Também chamada de “Hidratação Profunda”, trata-se de nova técnica de injeção de pequenas cargas de ácido hialurônico em várias áreas da face, pescoço, colo e dorso das mãos. 

A dermatologista, Isabella Redighiere, explica que o ácido hialurônico é produzido naturalmente pelo nosso organismo e é capaz de reter a água, garantindo a hidratação local. “A partir dos 30 anos, há uma perda na produção do ácido, resultando em pele sem vida, desidratada, com aspecto rendilhado e quadriculado, que favorece o surgimento de rugas. A tendência é piorar com a menopausa. A diferença em relação ao preenchimento cutâneo com ácido hialurônico é que não há aumento de volume, e sim uma melhora global da área tratada“, afirma Isabella.

Isabella Redighiere
“O efeito começa a ser visível nos primeiros dias”, diz Isabella

Resultados: Reduz a perda transepidérmica de água, melhora a firmeza, elasticidade, textura, turgor, suaviza as rugas e sulcos. O resultado é uma pele jovem, firme, hidratada, com viço e brilho natural. O efeito começa a ser visível nos primeiros dias, e melhora gradativamente em 3 a 6 meses, período em que o estímulo do colágeno se mantém.

Técnica: Após anestesia tópica local, são injetadas pequenas quantidades da substâncias em pontos estratégicos com uma agulha muito fina. São indicadas 3 sessões com intervalo de 30 dias para um resultado máximo.

Hoje, há uma tendência ao tratamento global da pele, com associação de métodos. Os skinboosters podem ser associados à outros tratamentos como a toxina botulínica e o preenchimento cutâneo, quando houver indicação“, enfatiza Redighiere.

Colaborou com a matéria Marcella Antônio